O INÍCIO
A Academia de
Letras do Brasil - seccional de Brusque foi fundada no dia 10 de agosto de
2013.
Ocupando a
Cadeira nº 01, Dona Terezinha Viecelli seguiu a missão de compor um colegiado
de pessoas adequadas às funções da entidade. Os confrades Marcos Eugênio Welter,
Alício Schiestel e Gilberto Rau foram os que primeiro assumiram os cargos de
Vice-Presidente, Secretário e Tesoureiro, respectivamente.
O confrade
Marcos Eugênio Welter tornou-se o segundo presidente da entidade, sendo seguido
pela confreira Maria Teresinha Debatin que já se encontra em seu segundo
mandato, sendo a terceira presidente a comandar a Academia nestes primeiros dez
anos.
O honroso
título de patrono institucional foi dado ao escritor Wilson Erasmo Quintino dos
Santos, um pioneiro do jornalismo e radiodifusão local, a quem deverá ser feita
a devida reverência, com a presença do seu retrato em todos os eventos que
forem realizados.
Desde então
diversos escritores foram incorporados ao seleto grupo de Imortais, cada qual
com sua vertente literária, influências e forma de expressão particulares. Porém,
todos ligados pela mesma matéria-prima: a palavra. Personalidades tão
diversificadas, mas que possuem o mesmo gosto em transformar ideias e
sentimentos e transmiti-las sob a forma de texto, causando assim uma
proliferação de ideias e sentimentos alheios nos leitores, sociedade afora.
A ACADEMIA
DE LETRAS DO BRASIL(SC) – Seccional de BRUSQUE
A Academia de
Letras do Brasil é uma entidade cultural, com sede em diversas cidades de todos
os estados do país, e tem como objetivo apoiar os escritores, independente do
gênero que escrevem, bem como divulgar a literatura, usando-a como instrumento
de inclusão e buscando desenvolver projetos culturais no Brasil e em outros
países.
Trata-se de uma
instituição com CNPJ próprio, composta por acadêmicos efetivos (imortais) que
ocupam cadeiras numeradas, tituladas com o nome de um patrono à livre escolha
do próprio acadêmico, ficando com o nome ligado perpetuamente à esta cadeira. A
seccional procura reunir pessoas que se destaquem na literatura, na leitura e
na cultura a fim de ampliar as discussões e ações na área da linguagem.
Para se tornar
um acadêmico, não basta ter seu nome lembrado por um membro efetivo e ser
aceito na assembleia geral. Deve também honrar esta cadeira através de uma
conduta social exemplar, respeitosa e idônea. Deve cumprir as obrigações
estatutárias e cumprir pontualmente com todos os deveres que contrair com a
Academia. Ou seja, deve gostar muito de executar o dom da escrita, a ponto de
reservar um lugar no seu coração e na sua vida para o progresso e as ações da
Academia de Letras do Brasil – seccional de Brusque.
Outra questão pertinente é possuir um bom conhecimento do idioma português, para que em sua escrita não existam os temíveis erros de concordância, acentuação, pontuação, etc. De forma que os leitores possam desfrutar do seu texto, e receber uma boa influência da escrita correta e adequada do seu autor.




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