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Mostrando postagens de março, 2020

Rodovia Antonio Heil

Relato de Karl Kaerger em 1862: "O intercâmbio comercial da Colônia com o porto marítimo de Itajaí devia se efetuar numa via terrestre, devido à pouca navegabilidade do Rio Itajaí-Mirim, aliás outro motivo do atraso econômico de Brusque. A citada picada, foi construída já algumas vezes." (ortografia original) Os caminhos que levavam à Vila de Itajaí eram intransitáveis, principalmente na época das chuvas. Grossas camadas de lama, arvores caídas e trechos alagados, descreviam essa tortuosa picada. Não se tratava propriamente de uma estrada. Esta, aliás, fazia parte dos planos do Barão Schneeburg que, em 1863, recebeu uma bússola e papel: instrumentos valiosos naquela época, para iniciar os trabalhos de planejamento de uma estrada capaz de possibilitar a entrega da produção agrícola ao porto de Itajaí.   No entanto, em dezembro de 1864, a estrada sonhada ainda não existia. Diante da situação, 182 colonos insatisfeitos, fizeram um abaixo-assinado endereçado a Sua Majesta...

Revista CARTUM

HISTÓRICO DA REVISTA JUNHO 2001  – Lançamento da primeira edição da revista CARTUM, com 3000 exemplares de uma despretensiosa, amadora e superdivertida revista em quadrinhos trimestral, distribuídos gratuitamente em 90 pontos comerciais da cidade. AGOSTO 2002  – Lançamento da primeira Cartilha CARTUM: “o Estatuto Da Cidade”, traduzindo textos técnicos em uma linguagem mais acessível. A ela seguiram-se mais de 40 cartilhas, facilitando a compreensão de temas específicos. MARÇO 2005  – A revista CARTUM, que era trimestral passa a ser bimestral, na edição nº 17, que também é a primeira revista com entrega domiciliar, na estreia do plano de assinaturas anuais, onde os “leitores vip” recebiam a revista com um encarte exclusivo, além de outras surpresas e muitos prêmios! MARÇO 2007  – Com a sua edição de nº 34, a revista CARTUM passa a ser "semi mensal" (variando entre 8 e 9 edições anuais). Agora, se vira nos 30... (não os segundos de um minuto, mas os dias de um mês)......

Todos os governantes de Brusque-SC

O Barão Von Schneéburg fundou e dirigiu a Colônia Itajahy-Brusque entre 1860 e 1867 Deram continuidade ao trabalho do Barão von Schneéburg: Período Colonial - Barão Von Schneeburg - 4 de Agosto de 1860 a 1867 - Frederico von Klitzing - 1868 a 1869 - Capitão Firmino José Correia - 1869 a 1870 - Major João Detzi - 1870 a 1871 - Engenheiro Luiz Betin Paes Leme - 1872 a 1875 - Dr. Olímpio de Souza Pitanga - 1876 a 1877 - Dr. João Carvalho Borges Júnior - 1877 a 1880 - Dr. Benjamim Franklin de Albuquerque Lima - 1880 a 1881 - Dr. Jacinto Adolpho de Aguilar Pantoja - 1881 a 1883 A criação do Município de São Luiz Gonzaga, através da Lei Provincial 920 a 23 de março de 1881, e sua instalação, a 8 de julho de 1883, determina o fim do ciclo dos Diretores da Colônia com o dr. Pantoja. No período colonial, em várias oportunidades os diretores foram substituídos por servidores públicos, interinamente. Município de São Luiz Gonzaga Com a instalação do Município, a administração...

Brusque Futebol Clube.

Em 1988 ocorreu o primeiro jogo oficial do Brusque FC: a sua estréia no Campeonato Catarinense, com vitória de 3 x 1 sobre o Hercílio Luz de Tubarão. Aqui abaixo a evolução dos distintivos do Bruscão, a partir de 1987:   Este é Danilo Rezini, o presidente mais vitorioso da história do time. TÍTULOS do BRUSQUE F.C. NACIONAIS 2019 - Campeonato Brasileiro Série D REGIONAIS 1999 - Copa Sul-Brasileira de Futebol    2008 - Recopa Sul-Brasileira       ESTADUAIS 1992, 2022 - Campeonato Catarinense 1997, 2008 e 2015 - Campeonato Catarinense - Série B 1992, 2008, 2010, 2018 e 2019 - Copa Santa Catarina Primeira grande conquista: CAMPEÃO CATARINENSE em 1992: Em pé: Carlos Alberto, Zeca Albuquerque, Solis, Edson D'Avila, Zé Ricardo, Clésio, Müller, Washington, Leandro, Bob. Agachados: Weber, Cidão, Neilor, Jair Bala, Itamar, Rildo, Palmito e Cláudio Freitas. Em 1992 foi o ano mais importa...

FENARRECO - Festa Nacional do Marreco.

A Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, nasceu em 1985, inspirada na criação da Oktoberfest, de Blumenau, para atender aos inúmeros turistas que chegavam à cidade à procura da carne de pato. O marreco tornou-se tradicional depois que os clubes começaram a adotá-lo entre as opções gastronômicas servidas durante festas e eventos sociais.  O costume do uso da carne do marreco foi trazido pelos imigrantes alemães, que no continente europeu utilizavam o ganso como o principal prato na ceia natalina. Como em terras brasileiras, no início do século 19, não existiam gansos, eles foram substituídos inicialmente por patos selvagens e depois pela atual qualidade, denominado pato de pequim, já que marreco é a denominação dada ao pato de pequim na nossa região. Seu gosto exótico e requintado, acrescido pelos temperos criados na cozinha regional, levaram o marreco a ser considerado uma iguaria e isso começou a despertar a curiosidade do público. A fama do seu produto logo cr...